Marat Safin regressou à boa forma. Andy Murray desilude compatriotas Num dia marcado pela chuva em Londres, que atrasou a realização dos encontros dos quartos-de-final, o suíço Roger Federer acrescentou mais uma marca ao seu palmarés: qualificou-se para a 17.ª meia-final consecutiva de um torneio do Grand Slam.
À semelhança do que aconteceu nos outros encontros que disputou nesta edição do Torneio de Wimbledon, Federer voltou a não perder nenhum set, tendo vencido o croata Mario Ancic, por 6-1, 7-5, 6-4.
"Joguei bem, servi bem, tive uma grande percentagem de êxito na primeira bola e fiz muitos ases", comentou Federer.
Curiosamente, Ancic foi o último jogador a derrotar Federer em relva, a superfície favorita do suíço, em Wimbledon, em 2002. Nessa altura, Federer ainda não era o rei do ténis mundial, mas ontem frente ao croata o número um mundial somou a 64.ª vitória consecutiva em relva.
Ancic confirmou, no entanto, o seu regresso ao primeiro plano do ténis, depois de se ter debatido com problemas físicos, entre eles destaca--se uma mononucleose que contraiu no ano passado. Doença que também afectou Federer no início deste ano.
Nas meias-finais, que se realizam amanhã, Federer vai defrontar o russo Marat Safin, que derrotou o espanhol Feliciano Lopez, pelos parciais de 3-6, 7-5, 7-6 (7/1), 6-3.
O espanhol Rafael Nadal, número dois do ranking mundial, também garantiu a presença nas meias-finais, ao derrotar o britânico Andy Murray, por 6-3, 6-2, 6-4. Apesar de muito apoiado pelo seu público, Murray não conseguiu ultrapassar Nadal.
O último encontro dos quartos--de-final, entre o alemão Rainer Schuettler e o francês Arnaud Clément, foi interrompido por causa da noite quando o resultado era de 6-3, 5-7 e termina hoje. | com AFP